{"id":141,"date":"2026-09-02T18:09:57","date_gmt":"2026-09-02T21:09:57","guid":{"rendered":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/the-ugly-dachshund-filme-disney-1966\/"},"modified":"2026-09-15T15:10:14","modified_gmt":"2026-09-15T18:10:14","slug":"the-ugly-dachshund-filme-disney-1966","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/the-ugly-dachshund-filme-disney-1966\/","title":{"rendered":"The Ugly Dachshund: a hist\u00f3ria do filme da Disney de 1966"},"content":{"rendered":"<p>Um dogue alem\u00e3o criado entre dachshunds passa a agir como se fosse um deles. A diferen\u00e7a de tamanho transforma a casa em cen\u00e1rio de confus\u00f5es e d\u00e1 nome a <em>The Ugly Dachshund<\/em>, com\u00e9dia familiar lan\u00e7ada pela Disney em 1966. O t\u00edtulo pode soar estranho hoje \u2014 algo como \u201co dachshund feio\u201d \u2014, mas a piada \u00e9 uma invers\u00e3o: o suposto dachshund \u00e9, na verdade, um c\u00e3o enorme que ainda n\u00e3o percebeu o pr\u00f3prio porte.<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s dessa premissa simples h\u00e1 uma hist\u00f3ria que come\u00e7ou num livro brit\u00e2nico de 1938, quase virou produ\u00e7\u00e3o para televis\u00e3o, passou por um grande est\u00fadio de Hollywood e contou com dois dogues alem\u00e3es para interpretar o mesmo personagem. \u00c9 tamb\u00e9m um bom exemplo de como a silhueta do cachorro-salsicha j\u00e1 funcionava como refer\u00eancia cultural muito antes dos v\u00eddeos curtos e dos perfis de pets.<\/p>\n<aside>\n<p><strong>Resumo em 30 segundos:<\/strong> <em>The Ugly Dachshund<\/em> foi dirigido por Norman Tokar e tem Dean Jones e Suzanne Pleshette nos pap\u00e9is principais. O filme adapta um livro de G. B. Stern, muda o ponto de vista da narrativa e renomeia o dogue alem\u00e3o de Tono para Brutus. O personagem canino foi interpretado principalmente por Diego of Martincrest, com Duke como dubl\u00ea nas cenas mais exigentes. A produ\u00e7\u00e3o ocorreu nos est\u00fadios Disney em Burbank e chegou aos cinemas em fevereiro de 1966.<\/p>\n<\/aside>\n<h2>Antes do filme, houve um livro de 1938<\/h2>\n<p>A origem da hist\u00f3ria est\u00e1 em <em>The Ugly Dachshund<\/em>, publicado em 1938 pela escritora brit\u00e2nica Gladys Bronwyn Stern, mais conhecida pela assinatura G. B. Stern. O cat\u00e1logo do American Film Institute registra que a Walt Disney Productions comprou os direitos cinematogr\u00e1ficos em 1962, mais de duas d\u00e9cadas depois do lan\u00e7amento do livro.<\/p>\n<p>Na obra liter\u00e1ria, o protagonista se chama Tono. Ele \u00e9 um dogue alem\u00e3o criado com um grupo de dachshunds e v\u00ea a si mesmo a partir dessa conviv\u00eancia. Uma resenha da \u00e9poca, recuperada pelo AFI, indica que o relato era apresentado da perspectiva do pr\u00f3prio c\u00e3o. Essa escolha aproximava o leitor da confus\u00e3o de Tono: ele recebia tratamento diferente, mas ainda n\u00e3o compreendia por qu\u00ea.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria tamb\u00e9m circulou al\u00e9m do livro e do cinema. O invent\u00e1rio do arquivo de G. B. Stern na Boston University registra um texto datilografado de 64 p\u00e1ginas para uma adapta\u00e7\u00e3o radiof\u00f4nica de <em>Ugly Dachshund<\/em>. O documento n\u00e3o basta para datar uma transmiss\u00e3o, mas confirma que a premissa foi trabalhada em outro formato.<\/p>\n<h2>O que a Disney mudou na adapta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>No filme, o dogue alem\u00e3o passa a se chamar Brutus e a narrativa deixa a perspectiva canina para acompanhar os humanos. Mark e Fran Garrison, interpretados por Dean Jones e Suzanne Pleshette, cuidam de Danke e de tr\u00eas filhotes de dachshund. Brutus entra na fam\u00edlia ainda pequeno, cresce ao lado deles e continua repetindo comportamentos que, num corpo muito maior, viram fonte de com\u00e9dia.<\/p>\n<p>A p\u00e1gina oficial do Disney+ resume a situa\u00e7\u00e3o como uma crise de identidade, mas vale ler isso como linguagem de fic\u00e7\u00e3o. C\u00e3es reais aprendem por associa\u00e7\u00e3o, rotina e conviv\u00eancia; o filme humaniza Brutus para construir sua hist\u00f3ria. N\u00e3o \u00e9 um retrato cient\u00edfico de como um c\u00e3o entende a pr\u00f3pria ra\u00e7a.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a de ponto de vista tamb\u00e9m torna a trama mais pr\u00f3xima das com\u00e9dias dom\u00e9sticas da Disney daquele per\u00edodo. O p\u00fablico observa o casal tentar organizar a casa enquanto os animais desafiam suas expectativas. Brutus n\u00e3o \u00e9 \u201cfeio\u201d e os dachshunds n\u00e3o s\u00e3o modelos de perfei\u00e7\u00e3o. O humor nasce da r\u00e9gua usada para comparar c\u00e3es que t\u00eam propor\u00e7\u00f5es, movimentos e necessidades muito diferentes.<\/p>\n<h2>Uma produ\u00e7\u00e3o pensada primeiro para a televis\u00e3o<\/h2>\n<p>O caminho at\u00e9 os cinemas n\u00e3o foi direto. Segundo a cronologia reunida pelo AFI, o projeto ficou algum tempo parado depois da compra dos direitos. Em dezembro de 1964, a imprensa anunciou Dean Jones e Suzanne Pleshette como protagonistas. No m\u00eas seguinte, uma publica\u00e7\u00e3o de Los Angeles informou que a hist\u00f3ria estava sendo preparada para <em>Disney\u2019s Wonderful World of Color<\/em>, s\u00e9rie exibida pela NBC, em dois epis\u00f3dios.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em janeiro de 1965 e acabou transformada em longa-metragem. Norman Tokar assumiu a dire\u00e7\u00e3o, Albert Aley escreveu o roteiro e Walt Disney aparece como produtor nos cr\u00e9ditos catalogados pelo AFI. O filme tem 93 minutos; a pr\u00f3pria plataforma Disney+ ainda o apresenta com dura\u00e7\u00e3o de 1 hora e 33 minutos.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma pequena diferen\u00e7a entre as datas mantidas por arquivos oficiais. O D23, ligado aos arquivos Disney, registra 4 de fevereiro de 1966, enquanto o AFI indica a abertura em Los Angeles em 16 de fevereiro. Em vez de for\u00e7ar uma \u00fanica data, o mais seguro \u00e9 dizer que o filme estreou nos Estados Unidos em fevereiro de 1966.<\/p>\n<h2>Dois dogues alem\u00e3es fizeram o papel de Brutus<\/h2>\n<p>Brutus parece ser um \u00fanico c\u00e3o na tela, mas o trabalho foi dividido. O verbete Disney A to Z informa que o treinador encontrou Diego of Martincrest, um dogue alem\u00e3o premiado de tr\u00eas anos, para o papel principal. Para sequ\u00eancias mais exigentes, a produ\u00e7\u00e3o usou Duke, animal com maior experi\u00eancia diante das c\u00e2meras e que j\u00e1 havia participado de <em>Swiss Family Robinson<\/em>.<\/p>\n<p>Os cr\u00e9ditos preservados pelo AFI apontam William R. Koehler e Glenn H. Randall Jr. como treinadores dos c\u00e3es. Esse detalhe ajuda a desmontar a ideia de que cenas com animais simplesmente \u201cacontecem\u201d. Continuidade, marca\u00e7\u00e3o, repeti\u00e7\u00e3o de movimentos e resposta aos sinais da equipe exigem prepara\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de escolhas de montagem para que dois c\u00e3es pare\u00e7am um s\u00f3 personagem.<\/p>\n<p>Uma not\u00edcia citada pelo AFI acrescenta uma anedota curiosa: numa tomada em que era perseguido pelo dogue alem\u00e3o, o ator Kelly Thordsen teria sa\u00eddo do alcance da c\u00e2mera e subido numa \u00e1rvore por medo de c\u00e3es. A rea\u00e7\u00e3o acabou aproveitada no filme. Como o relato vem de uma nota jornal\u00edstica de 1966, ele \u00e9 melhor entendido como bastidor documentado pela imprensa, n\u00e3o como algo que possamos verificar quadro a quadro sem consultar a pel\u00edcula.<\/p>\n<h2>O est\u00fadio escondia outra hist\u00f3ria de cinema<\/h2>\n<p><em>The Ugly Dachshund<\/em> foi filmado em 1965 no est\u00fadio Disney de Burbank. Em resposta publicada pelo D23, o arquivista Dave Smith explicou que os fundos da casa e a piscina foram montados no Palco 3. O tanque usado para essa piscina j\u00e1 havia abrigado o submarino Nautilus durante a produ\u00e7\u00e3o de <em>20,000 Leagues Under the Sea<\/em>.<\/p>\n<p>\u00c9 uma curiosidade que n\u00e3o aparece na trama, mas revela a l\u00f3gica dos grandes est\u00fadios: espa\u00e7os t\u00e9cnicos s\u00e3o reaproveitados para mundos completamente diferentes. Um tanque ligado a uma aventura submarina virou parte de uma resid\u00eancia suburbana tomada por dachshunds e um dogue alem\u00e3o.<\/p>\n<h2>O lan\u00e7amento tratou os c\u00e3es como estrelas<\/h2>\n<p>O filme chegou aos cinemas acompanhado pelo curta animado <em>Winnie the Pooh and the Honey Tree<\/em>. A divulga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m colocou os animais no centro. O AFI registra uma campanha promocional chamada \u201cV.I.D.\u201d, sigla para \u201cVery Important Dog\u201d, em parceria com uma marca de alimento para c\u00e3es, com apari\u00e7\u00f5es do astro canino.<\/p>\n<p>O est\u00fadio ainda encomendou uma exposi\u00e7\u00e3o promocional para o National Dachshund Championships, em Londres. A a\u00e7\u00e3o mostra que a ra\u00e7a n\u00e3o era mero detalhe do roteiro: sua comunidade de admiradores fazia parte do p\u00fablico que a Disney desejava alcan\u00e7ar.<\/p>\n<p>Essa estrat\u00e9gia fica mais interessante quando lembramos que o dachshund j\u00e1 tinha uma longa trajet\u00f3ria fora das telas. Se voc\u00ea quiser voltar ao come\u00e7o, veja a nossa <a href='https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/historia-do-dachshund\/'>hist\u00f3ria do dachshund, do trabalho de ca\u00e7a \u00e0 vida como c\u00e3o de companhia<\/a>. Para uma apari\u00e7\u00e3o ainda anterior no cinema, h\u00e1 tamb\u00e9m o <a href='https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/dachshund-historia-animacao-1913\/'>dachshund animado de 1913 que saiu simbolicamente da prancheta<\/a>.<\/p>\n<h2>Por que o contraste de tamanho funciona t\u00e3o bem<\/h2>\n<p>O corpo longo, as pernas curtas e a movimenta\u00e7\u00e3o rente ao ch\u00e3o tornam o dachshund imediatamente reconhec\u00edvel. Ao colocar um dogue alem\u00e3o entre v\u00e1rios c\u00e3es baixos, o filme transforma propor\u00e7\u00e3o em linguagem visual: mesmo sem di\u00e1logo, o espectador entende que Brutus ocupa espa\u00e7o demais para o papel que tenta desempenhar.<\/p>\n<p>A gra\u00e7a depende menos de zombar do cachorro-salsicha e mais de observar um gigante seguindo regras feitas para pequenos. \u00c9 o mesmo princ\u00edpio de muitas com\u00e9dias f\u00edsicas: um objeto ou personagem parece deslocado porque o ambiente foi calculado para outra escala. Para entender como os tamanhos da pr\u00f3pria ra\u00e7a s\u00e3o definidos \u2014 sem confundir dachshund com dogue alem\u00e3o, \u00e9 claro \u2014, consulte nosso guia sobre <a href='https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/tamanhos-do-dachshund\/'>dachshund standard, miniatura e kaninchen<\/a>.<\/p>\n<p>Algumas situa\u00e7\u00f5es do filme s\u00e3o exageradas para provocar riso e n\u00e3o devem ser copiadas como rotina de conviv\u00eancia. Uma obra de 1966 tamb\u00e9m reflete escolhas de encena\u00e7\u00e3o e sensibilidades de sua \u00e9poca. O valor hist\u00f3rico est\u00e1 em observar como a cultura popular usou a apar\u00eancia da ra\u00e7a para construir uma narrativa familiar.<\/p>\n<h2>Onde o filme ficou na hist\u00f3ria cultural do dachshund<\/h2>\n<p>O D23 informa que <em>The Ugly Dachshund<\/em> chegou ao v\u00eddeo dom\u00e9stico em 1986, vinte anos depois da estreia. Atualmente, a p\u00e1gina brasileira do Disney+ mant\u00e9m o longa no cat\u00e1logo, apresentado pelo t\u00edtulo original. Essa continuidade ajuda a explicar por que novas gera\u00e7\u00f5es ainda encontram Brutus e os dachshunds dos Garrison.<\/p>\n<p>O filme n\u00e3o inventou o fasc\u00ednio cultural pela ra\u00e7a, mas aproveitou tr\u00eas caracter\u00edsticas que continuam fortes: a silhueta inconfund\u00edvel, o contraste entre tamanho e atitude e a facilidade de transformar um c\u00e3o comprido em personagem visual. O mesmo potencial aparece em cartuns, mascotes, pinturas e v\u00eddeos atuais, embora cada m\u00eddia use a ra\u00e7a de um jeito diferente.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 uma leitura afetiva por tr\u00e1s da confus\u00e3o. Brutus cresce junto aos dachshunds e pertence \u00e0quela fam\u00edlia mesmo sendo diferente. A com\u00e9dia trabalha com identidade e aceita\u00e7\u00e3o em termos simples, pr\u00f3prios de um filme familiar. N\u00e3o \u00e9 preciso concluir que o dogue \u201cvirou\u201d dachshund; basta perceber que a conviv\u00eancia cria h\u00e1bitos, v\u00ednculos e uma sensa\u00e7\u00e3o de grupo.<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p><em>The Ugly Dachshund<\/em> nasceu como livro em 1938, foi comprado pela Disney em 1962, filmado em 1965 e lan\u00e7ado nos cinemas em fevereiro de 1966. Entre uma etapa e outra, a narrativa mudou de ponto de vista, o protagonista ganhou outro nome e dois dogues alem\u00e3es dividiram o trabalho de faz\u00ea-lo parecer um s\u00f3 Brutus.<\/p>\n<p>Se o t\u00edtulo prometia um \u201cdachshund feio\u201d, a hist\u00f3ria entregava outra coisa: um c\u00e3o enorme tentando encontrar seu lugar entre companheiros muito menores. Sessenta anos depois, a curiosidade continua divertida porque o cachorro-salsicha n\u00e3o funciona apenas como ra\u00e7a no enredo. Ele \u00e9 medida, silhueta, contraste e s\u00edmbolo cultural \u2014 pequeno o bastante para caber no colo, marcante o bastante para sustentar um filme inteiro.<\/p>\n<h2>Fontes consultadas<\/h2>\n<ul>\n<li><a href='https:\/\/catalog.afi.com\/Film\/22899-THE-UGLY-DACHSHUND' target='_blank' rel='noopener'>American Film Institute \u2014 cat\u00e1logo, hist\u00f3rico de produ\u00e7\u00e3o, cr\u00e9ditos, lan\u00e7amento e divulga\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/li>\n<li><a href='https:\/\/movies.disney.com\/the-ugly-dachshund' target='_blank' rel='noopener'>Disney Movies \u2014 ficha oficial do filme<\/a>.<\/li>\n<li><a href='https:\/\/d23.com\/a-to-z\/ugly-dachshund-the-film\/' target='_blank' rel='noopener'>D23 \/ Disney A to Z \u2014 elenco, dura\u00e7\u00e3o e c\u00e3es que interpretaram Brutus<\/a>.<\/li>\n<li><a href='https:\/\/d23.com\/ask-dave\/andrew-nissequogue-new-york\/' target='_blank' rel='noopener'>D23 \/ Walt Disney Archives \u2014 est\u00fadio, Palco 3 e o tanque usado no cen\u00e1rio<\/a>.<\/li>\n<li><a href='https:\/\/www.disneyplus.com\/en-br\/browse\/entity-59291325-9e10-4c1f-a78f-05dde65ad763' target='_blank' rel='noopener'>Disney+ Brasil \u2014 sinopse, dura\u00e7\u00e3o, g\u00eanero e disponibilidade no cat\u00e1logo<\/a>.<\/li>\n<li><a href='https:\/\/www.bu.edu\/library\/wp-assets\/finding-aids\/Stern-G.B-273.pdf' target='_blank' rel='noopener'>Boston University Libraries \u2014 invent\u00e1rio do arquivo de G. B. Stern<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<p><small>Fontes consultadas em 2 de setembro de 2026. A imagem destacada \u00e9 uma ilustra\u00e7\u00e3o editorial original e conceitual; n\u00e3o reproduz personagens, atores, cartazes nem cenas do filme.<\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a a origem liter\u00e1ria, os c\u00e3es atores e os bastidores de The Ugly Dachshund, com\u00e9dia da Disney de 1966 que quase foi feita para a televis\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":140,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-141","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-e-curiosidades"],"cds_card":{"image":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/the-ugly-dachshund-filme-1966-1024x576.png","category":"Hist\u00f3ria e curiosidades","reading_time":10},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":165,"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141\/revisions\/165"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/140"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/clubedosalsicha.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}